20 Exemplos De Referências Bibliográficas


A referência bibliográfica É utilizado quando, em um texto escrito, é necessário fazer referência a algum conteúdo de outro texto, para o qual o autor deve destacar a origem desse conteúdo. É a menção à fonte textual da qual foi extraída determinada informação. As citações podem ser utilizadas em todos os tipos de redação, desde literatura até artigos científicos.

Tanto as citações bibliográficas quanto as referências que aparecem no final de um texto são geralmente elaboradas seguindo modelos metodológicos padronizados. Os mais difundidos atualmente são os padrões APA (American Psychological Association) e MLA (Modern Language Association).

Geralmente, a referência bibliográfica de uma citação deve incluir:

  • Nome e sobrenome do autor.
  • Ano de publicação do texto.
  • Título do texto.
  • Título do livro ou publicação que o contém (se aplicável).
  • Editando local.
  • Editora.
  • Número de páginas citadas o de capítulo.
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Exemplos de referências bibliográficas

  1. Linz, Juan J. (1997). “Liderança inovadora na transição para a democracia.” Em Manuel Alcántara e Antonia Martínez (eds.), Política e governo na Espanha (p. 75). Valência: Tirant Lo Blanch.
  2. Alker, Hayward (1998). “Metodologia Política, Antiga e Nova”. En Robert E. Goodin e Hans-Dieter Klingemann (eds.), O novo manual de ciência política. Oxford: Imprensa da Universidade de Oxford.
  3. Boekaerts, M. (2009). “A avaliação das competências de autorregulação do aluno.” Em C. Monereo (coord.), PISA como desculpa. Repensar a avaliação para mudar o ensino (págs. 55-69). Barcelona: Graó.
  4. PULSE para concessões (1999, 9 de maio). O Mercúrio. Santiago do Chile, pág. F1, col. 1.
  5. Porter, ME (1980). Estratégia competitiva. Madri: Pirâmide.
  6. Giménez, CM (2001). “O tempo como elemento competitivo e o ciclo de vida.” Em Gestão e custos (págs. 351-364). Buenos Aires: Macchi.
  7. Abreu, Victor (1994). “Atores políticos”. Em Manuel Pastor (ed.), Fundamentos da Ciência Política. Madri: MacGraw Hill.
  8. Rösler, A. e outros. (2005, 15 de março). Efeitos do despertar de cenas emocionais na distribuição da atenção visuoespacial: mudanças com o envelhecimento e demência vascular subcortical precoce. Jornal das Ciências Neurológicas, 229, 109-116.
  9. Czernikowski, E., Gaspari, R., Matus, S. e Moscona, S. (comps.) (2003). Entre irmãos. Buenos Aires: Localização.
  10. Eliash, Humberto e Tellez, Andrés (1997, novembro). Postos de serviço: combustível, mantimentos, arquitetônico. Projeto7(46), 102-107.
  11. Zweig, S. (2020). Um jogo de xadrez. Buenos Aires: Godot.
  12. Bauman, Z. (2013). “Cultura num mundo de diásporas.” Em Cultura no mundo da modernidade líquida (págs. 49-64). México: Fundo de Cultura Econômica.
  13. Dunsby, J. (1977, outubro). Schoenberg e os Escritos de Schenker”. Jornal do Instituto Arnold Schoenberg2(1), 26-33.
  14. Visacovsky, S. e Guber, R. (2005). Crise ou transição? Caracterizações intelectuais. Do dualismo argentino na abertura democrática. Anuário de Estudos Americanos62(1), Sevilha, 55-85.
  15. Leonard, Annie (2010). “Consumo”. Em A história das coisas (pp. 144-181). Nova York: Imprensa Livre.
  16. Ducrot, O. e Todorov, T. (1974). Dicionário Enciclopédico das Ciências da Linguagem. México: século XXI.
  17. Cortázar, J. (2004). “Lucas, sua confusão.” Em Histórias completas/3 (págs. 35-36). Buenos Aires: Ponto de Leitura.
  18. Sazbon, J. (1987, outubro-novembro). declara Borges. Espaços, não. 6, 24.
  19. Abade, A. (1992). “O que os casos fazem? Algumas notas sobre a atividade em análise sociológica”. Em C. Ragin e H. Becker (eds.), O que é um caso? Explorando a Fundação da Investigação Social. Cambridge: Cambridge University Press.
  20. Lezama, JL (2001). O meio ambiente hoje. Questões cruciais do debate contemporâneo. México: O Colégio do México.
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A importância de citar

A importância das citações bibliográficas é fundamental, pois é praticamente o único meio de dar crédito a outro autor durante a elaboração de um texto.

Quando o autor de um texto de ciência popular reúne suas citações bibliográficas, seus argumentos ganham maior força e seus leitores podem antecipar o que seu discurso almejará.

A questão da citação, aliás, é fundamental no campo das ciências humanas, como história, sociologia e psicologia: ali a maioria das contribuições são aprofundamentos ou ampliações de temas já abordados, por isso é necessário referem-se às obras que funcionam como pano de fundo.

Por outro lado, a citação bibliográfica é a única forma de afirmar que o que é apresentado (seja uma ideia, um conceito, uma frase, uma informação, etc.) não é próprio, mas foi extraído de outro lugar . A Lei de Propriedade Intelectual considera a citação como forma de proteção para que o autor do texto original não possa proceder judicialmente contra quem o citou, pois isso deixa claro que a criação não é sua.

Pelo contrário, se a citação bibliográfica não fosse incorporada a uma citação, estaria-se cometendo plágio, que é uma forma de desonestidade intelectual que pode gerar diversos problemas e sanções legais.

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