15 Exemplos De Pontos Fortes E Fracos

Las fortalezas e debilidades de uma pessoa são o conjunto de virtudes, poderes, capacidades e traços positivos, por um lado, assim como suas deficiências, defeitos, deficiências e traços negativos, por outro. Não existe uma escala universal para medir pontos fortes e fracos, mas essa distinção se deve às necessidades específicas de uma situação ou contexto. Por exemplo: paciência e pressa, compromisso e egoísmo, carisma e antipatia.

Assim, o que em determinada situação pode ser um defeito ou algo reprovado, em outra pode ser considerado uma virtude ou um exemplo a seguir. Tudo depende do quadro de referência usado para isso.

Na linguagem corporativa, por exemplo, essa nomenclatura é frequentemente utilizada para tratar das vantagens e desvantagens de um trabalhador ou colaborador, considerando pontos fortes aqueles aspectos que contribuem para o que se espera ou até superam as expectativas, e pontos fracos aqueles que estão abaixo do esperado. mínimo.

Em geral, os pontos fortes farão com que a pessoa se destaque positivamente, enquanto os pontos fracos produzirão o efeito oposto.

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Exemplos de pontos fortes e fracos

  1. Honestidade (força) e desonestidade (fraqueza). Sendo a confiança um bem social comum às diversas esferas da atividade humana, as pessoas propensas à mentira ou à deturpação costumam ser consideradas negativamente em condições ordinárias, pois colocam em risco a confiança que nelas se pode depositar.
  2. Paciência (força) e pressa (fraqueza). Em muitos campos humanos, espera, rigor ou teimosia serão necessários, e aqueles que desistem facilmente serão considerados menos. Este é um dos ensinamentos mais frequentes da meditação zen.
  3. Compromisso (força) e egoísmo (fraqueza). Essas características são essenciais quando se trata de trabalho em equipe ou na construção de várias formas de sociedade, desde um time de futebol até um relacionamento amoroso. O compromisso se traduz na capacidade de colocar o bem comum acima do individual, enquanto o egoísmo implica o contrário.
  4. Coragem (força) e covardia (fraqueza). Coragem é entendida não como ausência de medo (que antes aponta para ingenuidade), mas como capacidade de enfrentá-los e ainda assim empreender o que se deseja. Já a covardia significa a impossibilidade de enfrentar situações de risco ou estresse, preferindo fugir ou desistir precocemente.
  5. Responsabilidade (força) e irresponsabilidade (fraqueza). Um responsável é, em geral, aquele que assume a responsabilidade pelas consequências de seus atos e não permite que outros assumam em seu lugar. Um irresponsável, por outro lado, é capaz de deixar um inocente sofrer uma punição para preservar seu bem-estar.
  6. Pontualidade (força) e atraso (fraqueza). A capacidade de valorizar o tempo dos outros é uma força altamente valorizada em certas áreas interpessoais ou de trabalho. Uma pessoa atrasada pode não ter ferramentas para administrar seu próprio tempo, pode ser preguiçosa ou bagunceira, enquanto uma pessoa pontual promete, desde o início, o contrário.
  7. Organização (força) e desordem (fraqueza). Sobretudo nos vários sistemas de trabalho ou de construção colectiva, a capacidade de organização pessoal e mesmo de organização colectiva é uma força valorizada, uma vez que delineia capacidades administrativas altamente necessárias num sistema fechado. A desordem, por outro lado, tende a ser mais criativa, mas, ao mesmo tempo, mais incontrolável e muito menos previsível.
  8. Criatividade (força) e pensamento simples (fraqueza). A criatividade é um dom espontâneo e natural do ser humano, que lhe permite enfrentar diversas situações de necessidade ou desafio de forma original e insuspeita. Uma boa dose de criatividade pode ser o impulso definitivo, enquanto uma pessoa de pensamento plano deve seguir os caminhos e caminhos previamente traçados por outros.
  9. Proatividade (força) e apatia (fraqueza). Trata-se da capacidade empreendedora de uma pessoa, da sua gestão autónoma da energia e da vontade de fazer: algo essencial para assumir novos desafios e crescer. A apatia, por outro lado, tende ao entorpecimento e ao conservadorismo.
  10. Confiança (força) e dúvida (fraqueza). A confiança e a determinação costumam ser recompensadas, como atitudes de liderança e vanguarda, em detrimento da dúvida, que pode ser paralisante. Porém, em alguns campos, como o intelectual, a dúvida pode ser uma grande fortaleza no caminho para a excelência.
  11. Carisma (força) e antipatia (fraqueza). Fundamental num líder, o carisma supõe a capacidade de espalhar entusiasmo aos que nos rodeiam e de adicioná-los à nossa própria causa. A antipatia, por outro lado, produz o oposto. Uma pessoa carismática aproveita o momento inicial a seu favor, pois “cai” logo de cara.
  12. Concentração (força) e dispersão (fraqueza). No campo produtivo, a concentração costuma ser recompensada por produzir resultados mais imediatos do que a dispersão, que pode ser útil em condições de extrema simultaneidade de processos, mas costuma atrasar ao mínimo o cumprimento das tarefas.
  13. Humildade (força) e orgulho (fraqueza). Esta avaliação tem raízes em vários imaginários morais e até religiosos. O orgulho, como reflexo das fragilidades e inseguranças internas, é um mecanismo de defesa que primeiro ataca o outro cuja opinião é temida. A humildade, por outro lado, aponta para uma forma de confiança interior.
  14. Respeito (força) e abuso (fraqueza). A consciência das formas e considerações no trato com os outros não só promove um tratamento semelhante para a pessoa desde o início, mas também estabelece um vínculo de confiança e simpatia que, por outro lado, o abuso e suas urgências destroem.
  15. Empatia (força) e indiferença (fraqueza). Grande valor cristão, a empatia supõe a capacidade de sofrer com o outro e de mostrar compaixão nas situações de fraqueza alheia. A indiferença, ao contrário, pode ser uma das formas de crueldade ou egoísmo, pois valoriza o próprio bem-estar muito acima do dos outros.
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